Glossário de SEO

Sitemap.xml

O sitemap.xml é um arquivo que engloba um mapa do domínio de um site com todas as URLs que devem ser indexadas nos principais buscadores. Por meio desse recurso, o Google consegue compreender essa estrutura com mais eficiência e analisá-la para verificar sua qualidade.

Estruturando seu domínio e mapeando todas as páginas, o Google consegue indexá-las mais rapidamente, o que pode fazer com que elas sejam posicionadas de forma mais rápida. Isso é importante principalmente para sites recém-criados ou com pouca visibilidade e dinamismo.

Benefícios de fazer um sitemap

Fazendo o sitemap, os mecanismos de busca da web terão mais facilidade de encontrar seu domínio e ranqueá-lo nos primeiros resultados de pesquisa. Dependendo da situação, é possível até descobrir se uma página está em duplicidade e adicionar tags e marcadores capazes de mostrar ao Google as mais prioritárias.

“O sitemap é um arquivo XML que deve listar as páginas mais importantes de um site. Devemos usar o sitemap com o objetivo de ajudar os rastreadores a entender melhor o site e como ele é estruturado”, afirma Juliano Bittencourt, Head de On-Page com vasta experiência na área de SEO.

Por isso, saber o que é sitemap e como estruturá-lo é fundamental para alcançar as melhores posições nos mecanismos de busca. A partir dele, é possível obter uma classificação mais completa e precisa das páginas, o que pode ser um ponto-chave para o aumento no tráfego orgânico e nas conversões.

Além disso, por meio do mapeamento, o Google entenderá que um administrador preocupado com o site sempre investe em novidades. Dessa forma, você cria uma espécie de autoridade e transmite confiança para incentivar ainda mais um bom ranqueamento.

Conheça os principais sitemaps existentes

Existem diversos formatos de sitemap, sendo o sitemap.XML o mais conhecido, por ser bastante eficiente e contar com diversos recursos. A seguir, conheça algumas informações sobre os três principais modelos existentes.

TXT

É considerado o formato mais básico de sitemap, e sua criação geralmente não requer a instalação de um aplicativo. Nele, é só mencionar todos os links do seu domínio e, automaticamente, o Google saberá quais serão indexadas.

Atom-RSS

Semelhante a um feed de notícias, esse tipo de sitemap reconhece apenas os conteúdos recentemente publicados. Porém, lembre-se: é muito importante ter um mapeamento completo de todas as páginas do seu site.

XML

Como mencionado anteriormente, o XML é o sitemap mais completo, pois além de citar as URLs do seu site, é possível adicionar informações, como a data da última modificação. Ainda, você consegue estabelecer quais páginas devem ser prioridade para o Google indexar.

Quais são os principais formatos de sitemap?

Um sitemap em formato de notícias é muito usado por pessoas que desejam ver seu site bem posicionado no Google Notícias. No entanto, antes de mais nada, é preciso fazer um cadastro no Google News Publisher Center. A partir daí, esse mesmo mecanismo ajuda a mapear sua URL.

Gerar um mapa do site em formato de imagem é muito recomendado caso seu site explore muitos recursos envolvendo fotografias e infográficos. Por meio desse formato, todas as mídias do seu domínio serão bem ranqueadas pelos mecanismos de busca e aparecerão nos primeiros resultados do Google Imagens.

Outro formato de sitemap disponível é o de vídeo, que só pode ser feito em XML, com o objetivo de oferecer ao Google o máximo de informações possíveis sobre sua URL. Ainda, por meio do audiovisual, a taxa de conversão do seu site só irá aumentar — consequentemente aumentando a quantidade de cliques.

O que considerar ao fazer um sitemap?

Para saber como criar sitemap é importante dividi-lo em várias categorias e deixá-lo melhor estruturado. Com isso, fica mais fácil identificar quais páginas ainda não foram indexadas e as que estão com algum problema. Além disso, para ajudar, crie um índice capaz de mostrar onde cada um se encontra.

Um gerador de sitemap.xml também é uma opção bastante útil para compreender a hierarquia das páginas de um site. Uma vantagem de utilizar esse tipo de software é que geralmente ele disponibiliza auxílio visual e recursos para arrastar, soltar, e outras opções de personalização.

O que evitar?

Um sitemap.xml com mais de 10 MB pode ter o tempo de carregamento das páginas comprometido, assim como o próprio reconhecimento por parte dos mecanismos de busca. Por isso, um mapa deve ter, no máximo, 50 mil links. Outra dica é sempre inserir links canônicos no sitemap.

Juliano também afirma que “devemos evitar listar páginas inativas (HTTP 4XX), com redirecionamento (3XX), páginas canonicalisadas e páginas que não são importantes ou que não tenham o objetivo de ser indexadas, como a página de login, por exemplo”.

Atualizações no sitemap

Outro processo importante, além de saber o que é sitemap.xml, é estabelecer uma rotina de atualização constante para que o arquivo seja alimentado com todas as URLs necessárias. Entretanto, há formas de fazer essa atualização de maneira automatizada.

“O ideal é que a atualização do sitemap seja automática, ou seja, em sua criação, crie regras pré-estabelecidas. Por exemplo, assim que uma URL mudar o status HTTP de 200 para qualquer outro status automaticamente, ela deve ser removida. Da mesma forma, sempre que uma nova página for criada, deve ser adicionada ao XML”, afirma Juliano.

Caso não seja possível ter um sitemap.xml automatizado, crie uma rotina de validação. Quinzenalmente, confira todas as URLs do sitemap e faça uma higienização, garantindo que o XML sempre estará otimizado.

Veja aqui dos termos mais buscados em Marketing Digital e SEO com separados em ordem alfabética.

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